Alexandre Curi defende fim da escala 6x1 se houver compensação tributária para micro e pequenos empresários

  • 31/08/2026
(Foto: Reprodução)
Alexandre Curi fala sobre as suas propostas no MDPR O candidato ao Senado pelo Paraná Alexandre Curi (Republicanos) afirmou que é a favor do fim da escala 6x1 se houver uma compensação tributária para micro e pequenos empresários. Assista acima. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp "Eu defendo os trabalhadores, defendo a redução da jornada de trabalho. Acabei de dizer 30% dos brasileiros estão no nível de estresse altíssimo e esse convívio com a família é importante, mas não não podemos meses depois gerar uma onda de demissão e é o que vai acontecer [...] Se não houver uma compensação tributária nos impostos, vai ter que demitir um funcionário a mais, então tem que ter muita responsabilidade nesse debate", disse. A declaração do candidato foi feita nesta segunda-feira (31) durante entrevista ao jornal Meio-Dia Paraná, da RPC, afiliada da TV Globo. Até sexta-feira (4), o jornal entrevistará os candidatos mais bem posicionados no cenário estimulado da última pesquisa Quaest. A ordem foi definida por sorteio, realizado na presença de representantes dos candidatos. O tempo estipulado foi de 30 minutos. Durante a entrevista, Curi também respondeu a perguntas sobre: Sua saída do PSD e desistência da candidatura ao governo Candidatura ao Senado Caso dos Diários Secretos Acordo envolvendo o ex-presidente da Alep Transparência no uso de placas secretas por deputados Segurança nas rodovias Fiscalização do Supremo Tribunal Federal Alexandre Curi, candidato a senador pelo Paraná Vitória Smarci/RPC Veja o que disse o candidato sobre cada tema Questionado sobre a sua candidatura ao Senado e desistência da candidatura ao Governo do Paraná, Curi respondeu que se preparou nos últimos anos para disputar o governo, mas que não considera que o projeto tenha dado errado. Segundo ele, o interesse do Paraná deve estar acima de projetos individuais e, por isso, entendeu que a candidatura ao Senado era a melhor opção neste momento. Curi também afirmou que não se sentiu traído pelo governador Ratinho Junior (PSD), então correligionário, e que ainda terá outras oportunidades de disputar o governo. Em relação ao caso dos Diários Secretos, que por meio de reportagens da RPC e Gazeta do Povo revelou o maior esquema de corrupção do Paraná na Assembleia Legislativa, Curi afirmou que não tinha conhecimento das irregularidades, mesmo sendo o primeiro-secretário da casa à época (2007-2010). Disse também que, quando o Ministério Público apontou os problemas, os servidores foram exonerados. Curi disse ainda que a assembleia passou por um processo de transformação desde o caso e que, hoje como presidente da casa, deve ser cobrado pelos atos de sua gestão. O candidato também foi questionado sobre o fato de não ser ter se manifestado quando o colega de mesa diretora, então presidente da Alep Ademar Traiano (PSD), assinou um acordo admitindo ter pedido e recebido propina para renovar um contrato da Alep. Sobre o tema, Curi afirmou que não pode se posicionar contra um acordo previsto em lei, mas, questionado sobre o aspecto moral do caso, não respondeu diretamente aos apresentadores. Segundo ele, o Ministério Público investigou o caso, entendeu que o Acordo de Não Persecução Penal era o melhor caminho e o Tribunal de Justiça homologou a decisão. Curi disse ainda que não concorda com irregularidades na vida pública, mas que, como presidente da Assembleia, precisa respeitar a legislação e as decisões das instituições. Curi também respondeu a perguntas sobre o uso de carros com placas secretas (que não são multadas) por deputados estaduais. Em 2025, na gestão dele como presidente da Alep, 14 parlamentares tiveram acesso às placas após um decreto permitir a medida. O caso repercutiu negativamente, a medida foi revogada, mas Curi nunca divulgou os nomes dos parlamentares que podiam usar as placas. Sobre o tema, ele disse que a resolução que permitia o uso foi aprovada pela legislatura anterior e que a assembleia revogou a resolução após entender que não era uma boa alternativa. Curi também disse que não tinha acesso à informação sobre quais deputados utilizavam as placas. Segundo ele, esta informação era da Casa Militar. Questionado sobre a fiscalização do Supremo Tribunal Federal (STF) e o tema impeachment de ministros, Curi afirmou que há excessos cometidos pelo STF. Ele defendeu a criação de mecanismos de fiscalização externa da Corte, além de regras sobre quarentena e participação em palestras. Ele também defendeu mudar o modelo de escolha dos ministros, com critérios mais técnicos e participação de magistrados, advogados e integrantes do Ministério Público, para reduzir a influência política nas indicações. Por fim, sobre segurança nas rodovias federais do Paraná, Curi defendeu investimentos em infraestrutura e mudanças mais duras na legislação para reduzir as mortes. Ainda sobre infraestrutura, defendeu que o Paraná precisa de recursos para mais obras, como a Ferroeste e a Malha Sul. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/eleicoes/2026/noticia/2026/08/31/entrevista-senado-candidato-alexandre-curi-rpc.ghtml


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