Engenharia de Software da FASF obtém nota máxima do MEC
02/01/2026
(Foto: Reprodução) O curso de Engenharia de Software da Faculdade Sagrada Família (FASF) conquistou a nota máxima na avaliação do Ministério da Educação. O conceito 5, topo da escala utilizada pelo MEC para classificar cursos superiores brasileiros, posiciona a instituição de Ponta Grossa como referência na formação de profissionais de tecnologia na região de Campos Gerais.
O resultado chama atenção em um contexto específico: o Brasil enfrenta déficit estimado em centenas de milhares de profissionais de tecnologia, enquanto empresas de todos os setores disputam talentos capazes de desenvolver, implementar e manter sistemas digitais. A combinação de alta demanda com escassez de mão de obra qualificada criou um cenário onde a qualidade da formação se tornou diferencial decisivo para quem ingressa na área.
A nota máxima obtida pela FASF não é apenas um selo institucional. Representa uma certificação oficial de que o curso atende aos padrões mais elevados exigidos pelo sistema de avaliação da educação superior brasileira, em um campo onde a velocidade das mudanças tecnológicas torna a atualização curricular um desafio constante.
Como o MEC avalia um curso de tecnologia
A metodologia de avaliação do Ministério da Educação aplica critérios objetivos organizados em três dimensões principais. Para cursos de tecnologia como Engenharia de Software, alguns aspectos ganham peso especial.
A organização didático-pedagógica verifica se o currículo acompanha as transformações do mercado. Em uma área onde linguagens de programação, frameworks e metodologias de desenvolvimento evoluem rapidamente, manter a grade atualizada exige revisão constante. O MEC analisa se o que o curso ensina corresponde ao que o mercado efetivamente demanda dos profissionais.
O corpo docente é avaliado tanto pela titulação acadêmica quanto pela experiência prática. Em tecnologia, essa combinação é particularmente relevante: professores precisam dominar fundamentos teóricos sólidos, mas também conhecer as ferramentas, práticas e desafios reais que os estudantes encontrarão quando ingressarem no mercado de trabalho.
A infraestrutura contempla laboratórios, equipamentos, softwares e recursos tecnológicos disponíveis para os estudantes. Formar engenheiros de software exige acesso a ambientes de desenvolvimento adequados, máquinas com capacidade de processamento compatível com as demandas dos projetos e licenças de ferramentas profissionais.
A FASF alcançou pontuação máxima nas três dimensões. O que isso significa na prática?
Grade curricular preparada para o presente, e para o futuro
Um dos aspectos que mais chamam atenção no projeto pedagógico do curso de Engenharia de Software da FASF é a atualização curricular voltada para tecnologias emergentes.
A grade inclui disciplinas específicas de Inteligência Artificial e Machine Learning, áreas que deixaram de ser nichos especializados para se tornarem competências cada vez mais demandadas em praticamente todos os setores da economia. Profissionais capazes de desenvolver, treinar e implementar modelos de IA encontram portas abertas em empresas de todos os portes.
Computação em Nuvem também integra o currículo. A migração de sistemas para plataformas como AWS, Azure e Google Cloud transformou a forma como software é desenvolvido, implantado e mantido. Engenheiros que dominam arquiteturas cloud-native têm vantagem competitiva significativa no mercado atual.
O curso contempla ainda DevOps e práticas de integração e entrega contínuas (CI/CD), metodologias que se tornaram padrão nas empresas de tecnologia mais maduras. A capacidade de automatizar pipelines de desenvolvimento, garantir qualidade através de testes automatizados e realizar deploys frequentes e seguros é hoje requisito básico em equipes de alto desempenho.
Engenharia de Dados completa o conjunto de disciplinas voltadas para tecnologias contemporâneas. Com o volume de dados gerados crescendo exponencialmente, profissionais capazes de projetar arquiteturas de dados escaláveis e eficientes são disputados pelo mercado.
Essa atualização curricular não acontece por acaso. Exige acompanhamento constante das tendências tecnológicas, revisão periódica do projeto pedagógico e corpo docente conectado com as práticas do mercado. É um dos fatores que pesam na avaliação do MEC, e um dos que explicam a nota máxima obtida pela FASF.
Fundamentos sólidos: a base que não envelhece
Se a atualização tecnológica é importante, os fundamentos permanecem essenciais. O curso de Engenharia de Software da FASF equilibra disciplinas de tecnologias contemporâneas com uma base teórica robusta.
Lógica de programação, estruturas de dados e algoritmos formam o alicerce sobre o qual todo o resto se constrói. Linguagens e frameworks mudam; os princípios fundamentais da computação permanecem. Profissionais com base sólida conseguem se adaptar a novas tecnologias com muito mais facilidade do que aqueles que aprenderam apenas a usar ferramentas específicas.
Arquitetura de software ensina a pensar sistemas de forma estruturada, como organizar componentes, definir interfaces, garantir escalabilidade e manutenibilidade. É o tipo de conhecimento que separa desenvolvedores que escrevem código de engenheiros que projetam soluções.
Engenharia de requisitos aborda uma das etapas mais críticas, e frequentemente negligenciadas, do desenvolvimento de software: entender o que precisa ser construído antes de começar a construir. Projetos fracassam mais por problemas de requisitos mal definidos do que por falhas técnicas de implementação.
Qualidade e testes de software preparam os estudantes para garantir que o que foi desenvolvido funciona como esperado. Em um mercado onde bugs podem custar milhões e comprometer a reputação de empresas, profissionais que dominam práticas de qualidade são valorizados.
Essa combinação de fundamentos sólidos com tecnologias atuais é o que permite formar profissionais preparados tanto para o mercado de hoje quanto para as transformações que virão nos próximos anos.
Laboratórios equipados para desenvolvimento real
A infraestrutura laboratorial do curso de Engenharia de Software da FASF foi projetada para oferecer aos estudantes um ambiente de desenvolvimento similar ao que encontrarão em empresas de tecnologia.
Os laboratórios de informática contam com computadores de alta performance, capazes de rodar ambientes de desenvolvimento integrados, máquinas virtuais, containers e ferramentas de processamento de dados sem travamentos ou limitações de hardware.
Os estudantes têm acesso a softwares profissionais, IDEs, ferramentas de versionamento, plataformas de cloud computing, ambientes de teste e frameworks de desenvolvimento. Aprender a usar as mesmas ferramentas que o mercado utiliza faz diferença quando chega a hora de buscar estágio ou emprego.
Há também infraestrutura para projetos colaborativos, com ambientes configurados para trabalho em equipe, controle de versão e metodologias ágeis. Engenharia de Software é, por natureza, uma atividade colaborativa, desenvolver essa competência desde a formação é fundamental.
Professores que conhecem o mercado por dentro
O corpo docente do curso reúne mestres e doutores que combinam produção acadêmica com experiência prática em desenvolvimento de software, arquitetura de sistemas e gestão de projetos de tecnologia.
Essa combinação tem implicações pedagógicas relevantes. Quando um professor explica padrões de projeto, metodologias ágeis ou arquiteturas de microsserviços, não está apenas reproduzindo conteúdo de livros. Está compartilhando conhecimento construído em projetos reais, com prazos reais, clientes reais e problemas reais.
Os docentes conhecem os desafios que os estudantes enfrentarão quando ingressarem no mercado. Sabem quais competências são mais valorizadas, quais erros são mais comuns em profissionais iniciantes e quais práticas separam desenvolvedores medianos de engenheiros de alto nível.
Essa conexão com o mercado também se reflete na atualização constante do conteúdo. Professores que acompanham as tendências tecnológicas trazem para a sala de aula discussões sobre ferramentas, práticas e abordagens que estão ganhando relevância, muitas vezes antes que cheguem aos livros-texto tradicionais.
O mercado de tecnologia em números
O contexto do mercado de trabalho para engenheiros de software merece atenção. Os números ajudam a dimensionar as oportunidades disponíveis para quem se forma na área.
Estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apontam déficit de profissionais de tecnologia no Brasil que pode chegar a centenas de milhares de vagas não preenchidas nos próximos anos. A demanda cresce mais rápido do que a capacidade de formação do sistema educacional.
Esse descompasso entre oferta e demanda tem consequências diretas nos salários. Profissionais de tecnologia estão entre os mais bem remunerados do mercado brasileiro. Engenheiros de software em início de carreira frequentemente alcançam patamares salariais que profissionais de outras áreas só atingem após anos de experiência.
A possibilidade de trabalho remoto amplia ainda mais as oportunidades. Engenheiros de software podem trabalhar para empresas de qualquer lugar do mundo sem sair de casa. Profissionais brasileiros atuando remotamente para empresas estrangeiras — frequentemente com remuneração em dólar ou euro — tornaram-se realidade comum no mercado.
A diversidade de setores que demandam profissionais de tecnologia também chama atenção. Não são apenas empresas de tecnologia que contratam engenheiros de software. Bancos, varejistas, indústrias, empresas de saúde, agronegócio, logística, praticamente todos os setores da economia estão em processo de digitalização e precisam de profissionais capazes de desenvolver e manter sistemas.
Onde engenheiros de software podem atuar
A formação em Engenharia de Software abre portas para uma diversidade de trajetórias profissionais que vale conhecer.
O desenvolvimento full Stack, capacidade de trabalhar tanto no frontend (interface com usuário) quanto no backend (lógica de negócio e dados), é uma das áreas mais demandadas. Profissionais versáteis que conseguem atuar em diferentes camadas de um sistema são particularmente valorizados em startups e empresas de menor porte.
A engenharia mobile foca no desenvolvimento de aplicativos para smartphones e tablets. Com bilhões de dispositivos móveis em uso no mundo, a demanda por aplicativos de qualidade é constante. Especialistas em iOS e Android encontram oportunidades em empresas de todos os setores.
Engenharia de dados é uma das áreas que mais crescem. Profissionais que projetam e mantêm infraestruturas para coleta, armazenamento e processamento de grandes volumes de dados são disputados por empresas que baseiam suas decisões em análise de informações.
A engenharia de IA e Machine Learning representa a fronteira mais avançada do mercado. Desenvolver modelos de inteligência artificial, treinar algoritmos de aprendizado de máquina e implementar soluções baseadas em IA exige conhecimentos especializados que poucos profissionais dominam, o que se reflete em remunerações elevadas.
DevOps e engenharia de confiabilidade (SRE) focam em garantir que sistemas funcionem de forma estável, escalável e segura. São profissionais que fazem a ponte entre desenvolvimento e operações, automatizando processos e garantindo disponibilidade.
A arquitetura de software é uma evolução natural para profissionais experientes. Arquitetos definem a estrutura de sistemas complexos, tomam decisões técnicas estratégicas e orientam equipes de desenvolvimento.
Posições de liderança técnica, tech leads, engineering managers, CTOs, estão disponíveis para quem combina competência técnica com habilidades de gestão e comunicação.
O empreendedorismo é caminho escolhido por muitos. Engenheiros de software têm a capacidade de transformar ideias em produtos funcionais, o que reduz significativamente a barreira de entrada para criar startups e negócios digitais.
Trabalho remoto: a geografia deixou de ser limite
Um aspecto do mercado de tecnologia que merece destaque é a consolidação do trabalho remoto como modalidade permanente, não apenas uma adaptação temporária a circunstâncias excepcionais.
Empresas de tecnologia em todo o mundo contratam profissionais independentemente de onde moram. Para engenheiros de software, isso significa que a localização geográfica deixou de ser fator limitante na carreira. É possível morar em Ponta Grossa e trabalhar para uma startup do Vale do Silício, uma fintech de Londres ou uma empresa de e-commerce de São Paulo.
Essa realidade tem implicações práticas importantes. Profissionais podem escolher onde morar com base em qualidade de vida e custo de vida, não apenas em proximidade com centros empresariais. Podem manter vínculos familiares e comunitários enquanto acessam oportunidades de mercados mais aquecidos.
O trabalho remoto também democratiza o acesso a experiências internacionais. Engenheiros brasileiros trabalhando para empresas estrangeiras desenvolvem competências, constroem redes de contato e acumulam experiências que antes exigiam mudança de país.
Para quem está escolhendo uma carreira, essa característica do mercado de tecnologia representa uma vantagem significativa. Poucas profissões oferecem tamanha flexibilidade geográfica combinada com remuneração competitiva.
Quatro anos de formação intensiva
O curso de Engenharia de Software da FASF tem duração de quatro anos, oito semestres que combinam disciplinas teóricas, atividades práticas em laboratório e desenvolvimento de projetos.
A estrutura curricular foi organizada para construir competências de forma progressiva. Nos primeiros semestres, os estudantes estabelecem fundamentos em lógica, programação, matemática e estruturas de dados. Nos períodos intermediários, avançam para disciplinas mais especializadas em engenharia de software, arquitetura de sistemas e tecnologias específicas. Nos semestres finais, projetos integradores permitem aplicar o conhecimento acumulado em desafios que simulam situações reais de mercado.
A ênfase em projetos práticos atravessa todo o curso. Engenharia de Software é uma disciplina aplicada, aprende-se fazendo. Os estudantes desenvolvem sistemas, enfrentam bugs, lidam com prazos e trabalham em equipe desde os primeiros períodos.
A participação em Empresa Júnior oferece oportunidade de trabalhar em projetos reais para clientes reais, desenvolvendo competências técnicas e profissionais simultaneamente. É uma experiência que faz diferença no currículo e na preparação para o mercado.
O Programa de Iniciação Científica (PIC) permite que estudantes interessados em pesquisa se envolvam em projetos acadêmicos, desenvolvendo habilidades de investigação e contribuindo para a produção de conhecimento na área.
Estrutura pensada para quem trabalha
O curso de Engenharia de Software da FASF é oferecido no período noturno. A escolha reflete uma compreensão da realidade dos estudantes da região.
Muitos candidatos a cursos de tecnologia já trabalham durante o dia. Alguns atuam em áreas de TI e buscam qualificação formal para progressão na carreira. Outros trabalham em áreas diferentes e estão em processo de transição profissional. Há ainda aqueles que precisam manter renda enquanto investem na formação superior.
O formato noturno viabiliza a conciliação entre trabalho e estudo. Mais do que isso: em tecnologia, trabalhar enquanto estuda pode ser vantagem. Profissionais que conseguem estágios ou posições júnior durante a graduação chegam ao final do curso com experiência prática que complementa a formação acadêmica.
A FASF Convivência, espaço onde filhos de estudantes podem ficar durante as aulas, amplia ainda mais as possibilidades de acesso ao curso. Pais e mães que não têm rede de apoio para cuidar das crianças no horário noturno encontram na instituição uma estrutura que viabiliza a continuidade dos estudos.
Conexão com o mercado regional
A FASF construiu ao longo dos anos uma rede de relacionamentos com empresas da região de Campos Gerais. Essa conexão se traduz em benefícios concretos para os estudantes do curso de Engenharia de Software.
Empresas parceiras oferecem campos de estágio onde os estudantes podem desenvolver competências práticas em ambientes profissionais reais. A experiência de trabalhar em projetos com prazos, requisitos e stakeholders de verdade complementa de forma significativa a formação acadêmica.
Essas parcerias também funcionam como canais de inserção profissional. Empresas que conhecem a qualidade da formação oferecida pela FASF naturalmente consideram egressos da instituição quando abrem vagas. Muitos estudantes são efetivados nas empresas onde estagiam.
Para o ecossistema regional, a existência de um curso de Engenharia de Software com nota máxima no MEC representa um ativo. Empresas locais que precisam de profissionais de tecnologia encontram mão de obra qualificada formada na própria região. Isso favorece o desenvolvimento econômico local e cria um ciclo virtuoso de formação e empregabilidade.
Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade?
Uma pergunta frequente entre quem considera ingressar na área de tecnologia diz respeito ao impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho para desenvolvedores. A preocupação é compreensível: ferramentas de IA generativa capazes de escrever código se tornaram realidade.
A resposta mais honesta reconhece que a IA está transformando a profissão, mas não no sentido de eliminá-la. O que está acontecendo é uma mudança no perfil de competências demandadas.
Ferramentas de IA funcionam como assistentes que aumentam a produtividade de desenvolvedores. Automatizam tarefas repetitivas, sugerem soluções para problemas comuns e aceleram a escrita de código boilerplate. Profissionais que dominam essas ferramentas conseguem entregar mais em menos tempo.
O que a IA não substitui, pelo menos no horizonte visível, é a capacidade de entender problemas complexos, projetar soluções arquiteturais, tomar decisões de design, avaliar trade-offs e garantir que sistemas atendam às necessidades reais dos usuários. Essas competências de nível mais alto continuam sendo domínio de engenheiros humanos.
A inclusão de disciplinas de IA e Machine Learning na grade curricular da FASF prepara os estudantes para esse cenário. Em vez de competir com a IA, aprendem a utilizá-la como ferramenta e a desenvolver sistemas que incorporam inteligência artificial. É uma abordagem que transforma a suposta ameaça em vantagem competitiva.
O que a nota máxima representa
A conquista do conceito 5 pelo curso de Engenharia de Software da FASF não é ponto de chegada, é indicador de um padrão construído ao longo de anos de investimento em qualidade.
Para estudantes matriculados, representa validação da escolha institucional. Para egressos, significa que seus diplomas carregam o reconhecimento oficial de uma formação de excelência. Para candidatos avaliando opções, oferece critério objetivo para orientar decisões.
O desafio permanente é manter esse padrão. Avaliações do MEC são periódicas. Em tecnologia, especificamente, a velocidade das mudanças exige atualização constante do projeto pedagógico, do corpo docente e da infraestrutura. O conceito obtido em um ciclo não garante o mesmo resultado no seguinte.
Para a região de Campos Gerais, contar com um curso de Engenharia de Software nota máxima representa vantagem competitiva. Profissionais qualificados tendem a permanecer na região, pelo menos nos primeiros anos de carreira. Empresas locais se beneficiam de acesso a talentos bem formados. E o ecossistema de tecnologia regional ganha densidade e maturidade.
Uma carreira à prova de futuro
Se existe uma característica que define o mercado de tecnologia, é a mudança constante. Linguagens surgem e caem em popularidade. Frameworks se tornam obsoletos. Paradigmas de desenvolvimento evoluem. Empresas que pareciam inabaláveis são superadas por startups que ninguém conhecia.
Nesse contexto, a escolha de onde estudar ganha importância especial. Formações que ensinam apenas tecnologias específicas preparam para o mercado de hoje, mas podem se tornar defasadas rapidamente. Formações que combinam fundamentos sólidos com exposição a tecnologias atuais preparam profissionais capazes de se adaptar às mudanças que virão.
O curso de Engenharia de Software da FASF foi estruturado com essa perspectiva. Fundamentos de computação, lógica, arquitetura e engenharia formam a base duradoura. Disciplinas de IA, cloud computing, DevOps e engenharia de dados garantem conexão com o mercado atual. A combinação produz profissionais preparados para o presente e adaptáveis ao futuro.
A nota máxima do MEC é reconhecimento de que essa proposta está sendo executada com excelência. Para quem busca uma carreira em tecnologia, é um indicador que merece consideração.
Para quem busca mais informações
Interessados em conhecer detalhes sobre o curso de Engenharia de Software da FASF, grade curricular completa, processo seletivo, valores e condições de ingresso, podem acessar informações diretamente no site da instituição.
O vestibular para o próximo período letivo está com inscrições abertas. A instituição oferece diferentes modalidades de ingresso, incluindo aproveitamento de nota do ENEM e transferência de outras instituições.
Mais informações: vestibular.fasf.com.br/engsoftware
A Faculdade Sagrada Família (FASF) está localizada em Ponta Grossa, Paraná, e atua na formação de profissionais de nível superior desde 2011. Além de Engenharia de Software, a instituição oferece cursos de graduação em Enfermagem, Fisioterapia, Pedagogia, Administração e Ciências Contábeis, sendo Enfermagem e Fisioterapia também avaliados com nota máxima pelo MEC.